Desde
sempre, gostei muito de dizer o que penso, quando sou perguntada, não sou fã de
falar e quem sabe receber uma resposta meio mal criada ou o dito ‘’fora’’.
Simples, se perguntam respondo, se não, beijos e deixa pra lá!
Percebo que
no relacionamento a 2 não pode ser muito diferente, as vezes me vem a cabeça um milhão de coisas, mas começo
avaliar o quanto vale a pena responder, o quão bom aquilo se tornará pra mim ou
pra nós...
Quando se
tem filhos e de relacionamentos diferentes, as coisas ficam mais difíceis, pois
se atua no papel de educadora, pode ser que seja mal interpretada, ou na
verdade nem seja interpretada de forma alguma. Sempre acontecem situações onde você
conversa e troca informações sobre os filhos, e o normal é um dizer o que pensa
para o outro, sendo assim no fim chegar a um consenso, certo? Errado!
As pessoas
na verdade fazem aquilo que acham melhor que avaliam, elas gostam de ser
aceitas e que suas opiniões prevaleçam, muitas vezes perguntam ou contam só
para ter alguém o apoiando.
As vezes opino,
mas percebo que muitas vezes ele passa por cima do que digo, ai me vem
novamente a pergunta, a minha opinião vale? Porque me pergunta?
Se sou mãe,
deveria ter um peso nessa balança desigual, igualdade de diferença, pois se
tomo alguma atitude em relação aos meus que não condizem com a outra opinião,
rola um certo barulho, ou apenas uma cara amarrada, o triste é ver a diferença
em determinados momentos e situações.
Nunca havia
me imaginado numa situação assim, mas agora que estou fico avaliando e pensando se muitas pessoas
passam por isso, como elas reagem, como fazem...
Sou muito
mais que alguns problemas, mas ser SUPER também é reconhecer que precisa de
ajuda.
Beijos
Ana Vieira


